PRECATÓRIO DA DISCÓRDIA: Professores em greve, alunos sem aulas, e conflitos de ideias e interesses.

Postada em 10/07/2018
Por: Alirio Jr

O que seria motivo de alegria, o recurso do PRECATÓRIO definitivamente está acabando com o sistema de ensino no município de Itabela, por um lado, a categoria exige o rapasse para os professores o que se refere aos 60%, por outro, o executivo juntamente com o jurídico afirma não ter legalidade para que seja feito e aguarda uma decisão judicial e ou do próprio TCU.

Desde a chegada do recurso ao município, a educação se transformou em uma verdadeira praça de guerra, se á que podemos dizer assim, com muitos conflitos de ideias, interesse e supostamente já neste momento politiqueiros, que de plantão mesmo que de longe, não perdem a oportunidade de jogar mais lenha e gasolina na fogueira.

Agora, os educadores também reivindicam não tão somente o repasse dos 60% PRECATÓRIO a favor da classe, e adicionaram mais combustível como CAPREMI, ao que já se tornara uma das maiores batalhas travadas entre servidores e executivo.

AOS OLHOS DOS PROFESSORES:

Os professores exigem desde a chegada deste recurso, a imediata aplicação dos 60% como forma de pagamento. Já neste momento em que paralisam o sistema, outras questões também fazem parte das cobranças, como melhores condições das estruturas de ensino, CAPREMI, e dentre outras.

AOS OLHOS DA POPULAÇÃO, PAIS E ALUNOS:

O fato que gera bastante controvérsias, está deixando um sentimento de impotência por parte da população de pais de alunos, que neste momento se tornam a maior vítima disso tudo, com seus filhos sem aulas e com o calendário possivelmente comprometido. Claro, que os professores emitem avisos, chamadas, explicam o que para alguns também está inexplicável, visto que o próprio TCU já nesta fase, bloqueia o recurso. Por tanto, ao olhos de uma parte da população, não cabe ao executivo tomar partido do caso sem que o mesmo receba um posicionamento definitivo do TCU que pediu o bloqueio do recurso.

Por outro lado, há quem também se manifeste a favor dos professores, e que acham que o caso já deveria ter sido resolvido pelo executivo, e que deduzem que o mesmo não quer pagar, com isto somam-se à campanha iniciada pela classe.


Diante deste impasse, e com tantas discussões, certo ou errado, por este e pelo outro, o caos educacional se instaura, e quem paga a conta é sem dúvidas o alunado.

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